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Ao analisarmos a história da criança e do adolescente, notamos que ela sempre esteve marcada pelo risco e vulnerabilidade, onde cada ser humano tem a sua contribuição quer seja ela negativa ou positiva em prol destes pequenos.

A família é um destes grupos sociais que pode colocar a criança e o adolescente em situação de risco e vulnerabilidade, isto é, se ela não tem estrutura: se um dos país é alcoólatra, dependente químico, (fez ou faz uso de drogas das quais cito alguns exemplos, como álcool, cigarro, maconha, crack e outros do gênero, tais como solventes), ou tem problemas mentais, podem gerar nos seus filhos eventos estressores que desencadeiam uma confusão mental e desequilíbrio físico, interferindo negativamente nas atitudes e respostas comportamentais e também no rendimento escolar e posteriormente profissional.

O pai ou a mãe que não assume a responsabilidade de educar os seus filhos e delega esta responsabilidade para a escola e/ou terceiros, ou faz uso (através de pensamentos, palavras, ou de gestos), de expressões do tipo "Já pago uma escola!" "O que a fulana de tal esta fazendo que o meu filho está assim?", ou aquela: "eu já não sei mais o que fazer", estas expressões na maioria das vezes, nada mais está demonstrando. A total falta de amor e de vontade para com o bem estar de seu filho(a).

O mau caráter de alguns pais e mães que colocam o filho no mundo para os outros educarem, esta falsa preocupação, mesmo que presente, nada mais é do que um total abandono dos pais em relação aos seu filhos, isto gera nas crianças e adolescentes um sentimento de rejeição muito grande e virá a refletir também na vida adulta dos mesmos.

A família que oferece aconchego, carinho, alimentação adequada e disciplina, proporciona a eles um bem estar fisico e mental e com isto lhe dá uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento social e humano.