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Estamos vivendo em um mundo que prioriza o estereótipo a cima de tudo onde o modelo idealizado de beleza pela mídia é de pessoas magérrimas, além de uma busca desenfreada por este tipo de padrão de beleza e uma crescente queda da auto-estima de quem foge destes padrões.

Sabe-se que com o avanço tecnológico, os hábitos mudaram também. É comum encontrarmos adolescentes que passam horas em frente a um computador navegando na Internet, nas redes sociais e movimentando-se muito pouco o que também poderá vir a ser causa de obesidade. A falta de exercícios físicos associadas aos fatores nutricionais poderá incidir sobre a aparência física causando um desconforto em relação aos outros e até mesmo sentir-se mal ao ver sua imagem refletida num espelho.

Comumente com os padrões de beleza as atitudes de comportamento alimentar são preocupantes e problemáticas relativas ao medo da gordura decorrente o modelo idealizado de beleza. Nos últimos anos a valorização excessiva da forma e do peso do corpo tem levado muitas pessoas, principalmente mulheres a verdadeiros sacrifícios que podem comprometer a saúde, com dietas radicais e exercícios físicos em excesso, com intuito de conseguir chegar ao corpo ideal. Esses transtornos são divididos em duas categorias principais: anorexia nervosa e bulimia nervosa.

Fatores sociais, influências socioculturais, pressões da mídia e a busca incessante por um padrão de corpo ideal associado às realizações e ao ideal de felicidade estão entre as causas das alterações da percepção da imagem corporal de pessoas que sofrem destas obsessões.

Portanto, torna-se essencial que as investigações continuem no sentido de identificar populações com altos índices de insatisfação com relação à imagem corporal, a fim de promover intervenções adequadas. Alertar pais, educadores e profissionais de saúde para a necessidade de desenvolver estratégias que visem à maior satisfação das crianças com o seu corpo.

Agradeço a contribuição do meu amigo Rodolfo Zimmer na construção deste artigo.