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“Para viver com saúde é preciso ter bom humor”, diz um estudo da Universidade de Maryland, EUA. Segundo o mesmo, as pessoas capazes de encarar com tranquilidade adversidades, como um pneu furado em um dia de chuva, correm menos risco de ataques cardíacos. “O estado de espírito tem efeitos fisiológicos significativos. Dar risada faz bem porque estimula a liberação de serotonina, neurotransmissor que ativa as células de defesa do organismo, protegendo os órgãos. Rir ainda estimula a produção de endorfina, neurotransmissor que promove o relaxamento do corpo, diminui o estresse e proporciona o bem-estar. Pessoas bem-humoradas produzem menos cortisol e adrenalina, hormônios que, em longo prazo, elevam a pressão arterial. Por outro lado, uma vida de impaciência, raiva e atitudes hostis está associada a um maior risco de pressão alta, piora do controle dos níveis de glicose e aumento do risco de doença isquêmica do coração.”

Quem não gosta de estar constantemente alegre, mesmo com os imprevistos do dia a dia? Rir à toa... Rir da vida... Simplesmente rir. Ser gentil com o próximo, gargalhar quando algo dá errado – lembre-se: nada acontece por acaso; se alguma coisa não deu certo, não era para ser e ponto final –; sorrir para as pessoas na rua, mesmo não as conhecendo (se o sorriso for sincero, você terá uma retribuição, prova de que o bom humor é contagiante em qualquer circunstância).

Tudo bem, é preciso admitir que às vezes é quase impossível aguentar. Quem nunca ficou nervoso quando, por exemplo, algo de que tanto precisava urgentemente “sumiu”? É, isto mesmo, você devia entregar um relatório ao seu chefe na sexta-feira à tarde, e quando vai procurá-lo pela manhã ele parece ter “criado pernas”. O que você faz, então? Bem, as reações variam, das mais simples até as mais inusitadas. A mais provável: desespera-se e quebra tudo o que vê pela frente, julgando que seu chefe irá despedi-lo assim que souber, já que não há tempo para fazer outro. Talvez até encontre o documento mas, de tão nervoso que está, acabe rasgando-o sem nem perceber – a cena parece engraçada e irreal, porém é uma entre as mais plausíveis –. Agora, imagine-se chegando à empresa sem as informações. Seu chefe o chama para conversar e diz que não precisava mesmo do relatório naquela semana, talvez nem para a próxima. Aí você afunda na cadeira, pensando nos papéis e móveis que destruiu precipitadamente. Adiantou? Certo, a raiva pode ter passado, porém os documentos não voltarão intactos. Questiona-se sobre quanto estresse suportou sem motivos.

O exemplo citado acima é um dos mais possíveis de ocorrer quando as coisas não vão bem. Se tal pessoa tivesse agido com a cabeça fria, teria não somente encontrado a folha, mas também se poupado de mais um incômodo. Não é necessário brigar à toa, se tudo passa no final. Ser feliz é sinônimo de estar bem, viver melhor, com saúde para dar e vender. Não se importar com os contratempos, agir com calma e não por impulso... Se você também optar por ser assim, verá os resultados no futuro, e que por sinal, são enormes.

Sorria, ria mais, divirta-se com os amigos, deixe o tempo passar... Escolha um dia para passear no campo, na praia... Ouça uma música contagiante, que lhe faça dançar... Se tiver que esquecer os problemas por algum tempo, vá em frente. Tudo tem a sua hora. Não se deixe levar por pessoas mal humoradas, que parecem nunca estar de bem com a vida; é preciso ensiná-las que para ser feliz só depende delas.

E você? Já sorriu hoje?