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Semana passada li um artigo de Martha Medeiros que fala sobre a aquisição de um gatinho. A autora conta que mudou depois que passou a dividir o apartamento com o bichano. Nunca imaginara ter um felino, mas se apaixonou completamente por ele.

O mesmo aconteceu comigo. Desde pequena fui acostumada com cães. Tivemos vários, de todas as cores e raças diferentes. Quando eu tinha mais ou menos 16 anos, apareceu aqui em casa um gatinho preto, um filhote. Minha cachorrinha o adotou. Cuidava dele como se fosse seu bebê. Eu nunca tivera gato e, portanto, costumava sair por aí dizendo que não gostava, que preferia cães. Mas como poderia afirmar? Se ainda não tivera a experiência de ter um felino andando pela casa?

Hoje, Tucki é meu companheirinho. Apesar de às vezes ficar muito nervoso e me arranhar (porque eu o aperto bastante), ele é legal. Neste exato momento, enquanto escrevo, ele está aqui, no meu colo. Mas também, hoje está bastante frio e não vou negar que ele é um bom cobertor.

A alegria é completa por aqui. Tem também o Joe, o cão. Eles se divertem. É maravilhoso vê-los brincando. Nunca pensei que cão e gato poderiam se dar tão bem. É, acho que preciso rever meus conceitos sobre os felinos. Afinal, eles não são criaturas impacientes que só servem para tomar leite e dormir. São carinhosos, muito carinhosos. Uns amores.

E você aí, que está lendo o meu texto e não tem um felino para amassar neste momento, está esperando o que para adotar um? Posso garantir a você que não vai se arrepender... Principalmente quando ele vier de mansinho, procurando seu carinho... Subir em seu colo e começar a se “esfregar”. Aí sim, meu filho, já é tarde, você estará completamente apaixonado por um felino.