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O jovem acadêmico sonha com o tão esperado momento de concluir o seu curso de graduação. Foram anos de estudo, de empenho, de investimento e de privações sociais em decorrência de trabalhos e provas.

Terminar a graduação é um período de transição de papéis. O indivíduo deixa de ser aluno para se tornar um profissional.

O formando é acometido por muitos sentimentos, principalmente de insegurança e ansiedade pelo novo. Em alguns momentos se sente feliz e em outros se sente triste e com medo.

Para muitos a formatura é à entrada de um novo mundo, de novas oportunidades. Para outros é o início de uma caminhada. Alguns jovens buscam a independência financeira, outros indivíduos buscam a realização profissional e pessoal.

O término da graduação vem acompanhada do grande desejo de exercer a profissão.  No entanto, o medo e a insegurança fazem parte deste processo.

Os formandos apresentam receio de não estarem prontos para a vida profissional. Além disso, esta muito presente a sensação de perda da sua identidade, ou seja, ocorre uma despersonalização. Está sensação seria um sentimento de luto, pois o jovem está deixando de ser o estudante para se tornar um profissional.

Durante a trajetória acadêmica o indivíduo reavalia seus objetivos e expectativas, mas isso vem com muito mais força no último ano. A conclusão do curso automaticamente faz com que o mesmo reavalie suas escolhas baseadas em suas vivências até o momento.

Nos meses finais da graduação muitos acadêmicos sentem medo de não conseguir terminar o curso, devido à própria ansiedade gerada pela ocasião. Sentem receio de não corresponderem ao que a família espera.

O reconhecimento de familiares frente ao esforço durante toda a graduação e elogios por parte de professores referente há alguma habilidade profissional contribuem para que o jovem formando se sinta mais seguro, confiável e competente para seguir em frente. O incentivo de familiares, professores, amigos e colegas são de extrema importância neste período.

No geral, a formatura é percebida como uma vitória. Nesta transição o acadêmico geralmente faz uma reflexão sobre a caminhada até a formatura e observa as dificuldades que teve para chegar ao seu objetivo.

 

Portanto, os sentimentos ambivalentes fazem parte deste processo. O futuro profissional deve se permitir sentir todas essas sensações e compreender que tudo isso faz parte deste momento.