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A maioria das pessoas sabe sua origem e sua verdadeira história de vida, porém existem pessoas no qual tudo isso se torna uma grande incógnita. Existem famílias que por um ato de amor resolvem adotar uma criança, que na verdade não é nada fácil, o processo é lento e burocrático.

Pensa-se que a criança adotada, seja ela um bebê ou uma criança maior se sente acolhida e agradecida pela generosidade daquela família. Entretanto, não é fácil aceitar sua história de vida, saber que foi rejeitada pelos pais biológicos, principalmente pela mãe. Além disso, a psicologia diz que pode haver dois traumas, o primeiro pelo abandono ou rejeição e o segundo pode acontecer se a mãe biológica teve algum contato físico com a criança.

Então, além das dúvidas, dos questionamentos, medos, momentos de raiva e rancor também tem os traumas. A curiosidade também faz parte desse conjunto de pensamentos e emoções.

Cada indivíduo reage de uma forma, existem aqueles que não se importam e não querem saber sobre sua origem, existem aquelas que têm muita curiosidade e procuram saber mais, uns julgam e outros entendem e chegam até a criar um vínculo afetivo.

É muito complicado para um filho adotivo entender porquê sua mãe biológica o deixou para a adoção, mas o rancor e a raiva não levam a lugar nenhum. Provavelmente, se ela fez isso foi por que era a melhor opção no momento, talvez não tivesse condições psíquicas ou financeiras naquele momento e achou melhor dar para uma família que tivesse uma melhor estrutura.

Os pensamentos dos filhos adotivos não param, pois começam a se questionar sobre o pai, irmãos e a família. Quero conhecê-los! Entender a minha história e a minha origem! E as dúvidas e curiosidades não param de surgir, mas é claro que nem todos pensam dessa forma.

Portanto, todos esses pensamentos são normais nesse tipo de situação, mas o que precisa deixar claro é que Deus deu a oportunidade dessas pessoas terem uma família de verdade, amor e carinho, uma casa e condições para terem uma vida digna. Precisa-se agradecer a esta família que os acolheu e agradecer também os pais biológicos, perdoando-os.