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Nesse momento, permaneço na capital gaúcha para assuntos de Saúde e de Saúde Mental, mais propriamente no prosseguimento do protagonismo enquanto membro ativo do processo pós 15ªCNS – Conferência Nacional de Saúde, preparação da 5ªConferência Nacional de Saúde Mental, entre outros detalhes que em próximos escritos estarei transmitido.

Não poderia deixar de citar outro ponto introdutório, o quanto cultural, intelectual é o ambiente porto-alegrense é em meu discurso tanto na oratória quanto literário.

Passando para o aspecto propriamente textual, onde acredito que deve ser produzido desde bilhetes, cartas, memorandos e todas as demais formas de escrita para se aperfeiçoar nosso transmitir pelo impresso, mesmo que seja os resumos ou os textos filosóficos de nossas oratórias; ou ainda o resultado de belos  discursos como tantas vezes produzimos e se torna indispensável os registros para posteridade e, preferencialmente, tornar público de todas as maneiras possíveis, e hoje são incontáveis formas de maneiras quase, ou sem custo financeiro, abrangendo dezenas ou até milhares de destinatários.

Recordo com muita saudade de minhas cartas circulares, sete, se não me engano, onde produzia pequenos textos, impressos de forma quase tabloide, denominados circulares em folha de ofício com centenas de cópias com destinos Brasil afora via Correios.

Hoje, além da evolução que sinto em minha forma de transmitir as ideias, a bagagem ampliada o momento que estamos na possibilidade, de segundos, proporcionar com ferramentas gratuitas como as redes sociais, e algumas ferramentas que desenvolvi junto aos métodos de propulsar a disseminação de pensamentos, proporciona uma infinidade de acessos em horas ou minutos.

Já tornei público em várias oportunidades que desenvolvo a prática continuada e constante, praticamente em todos os aspectos através de anotações, muitas delas ainda hoje fazem parte de meus acervos de documentos históricos, e ontem em minha hospedagem com meu CCC Camarada Conterrâneo Comunista Anderson Balbinot, citava minha visionária ideia, talvez póstuma, de um arquivo documental, arquivo histórico, contendo sete congressos da UNE, vários históricos políticos partidários, com panfletos de todas candidaturas de duas eleições municipais em Farroupilha-RS; dois ENEHs - Encontro Nacional de Estudantes de História, parte significativa de revistas, jornais e outros informes do Exército Brasileiro nas três recentes décadas.

Talvez o ouvir de várias pessoas, me orgulhando muito de “você escreve muito bem”, contrapondo minha dificuldade desde minha infância na leitura; compensando com a prática em dois turnos, em casos mais que diariamente, chegando a inventar uma compensação ampliada em horas, pelo condensamento  e extremo proveito multiplicando parte do tempo, alegando ter 52 horas diárias de escrita(antes do Unibando propagandear agencia 30 horas), e 10 dias semanais.

Nostalgias à parte, lembrando meu grande amigo e estudioso Cláudio C.N. do Amaral, no que se tange ao se orgulhar de nossas atitudes como um todo, poder “servir nossas façanhas de modelo à toda Terra”, onde entendo que devemos sim estar constantemente transcrevendo, como bom hábito, o máximo de informações, nem se for apenas para exercitar a escrita e quando precisarmos de fato para qualquer atitude propriamente e oficialmente literária tenhamos bons resultados, já escrevia(dizia) grande escritor brasileiro, “escreva todos os dias”, muito, se chegasse à noite e não tivesse escrito várias linhas, se debruçava num canto e manuscritos produzia.

Concordo plenamente, incentivo, como produtor de tantas formas textuais, e mesmo como admirador nato da literatura à escrita; tenho dificuldades em executá-las; e entendo que “sem a prática torna-se nula”, então produza e em duas turnos diários, no mínimo, muitos escritos, volto e enfatizo, nem se for apenas para transpor e organizar as ideias no papel. (escrito em 37 minutos)

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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