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Muitas crianças, desde poucos meses de vida, frequentam creches e pela nova lei, no ano que se completa cinco anos é necessário seu ingresso na Escola. Esse processo tenho defendido com muita dedicação, até para nos comparam à educação de outros países que iniciam a alfabetização geral com menor idade.

E o aprender brincando é forma de organizar todos de forma igual, não priorizando grupo da população, que acaba por nivelar na média do conhecimento da classe infantil. E a maior vantagem é a vivência social, lembro com muita tristeza que tive meus primeiros contatos com cinco anos, no então Jardim da Infância(Grupo Escolar Farroupilha – Atual Escola Estadual Farroupilha)e chorava muito até entender a convivência em grupos.

Acredito que essas questões precoces em médio e longo prazo irão transformar a juventude em maiores conhecedores de várias áreas do conhecimento, ao menos possibilitará a todos esse grande alcance hoje em defasagem com a busca de sanar curiosidades geradas na educação inicial.

Tenho acompanhado meus sobrinhos e sobrinhas com brincadeiras e também o reforço pedagógico, e parte dessas atividades guardo com carinho há muito tempo. Recentemente enviei à Cofi - Revista Correio Filatélico, que publica desenho de crianças de todo o Brasil. Ainda não veio a edição que poderá ter a publicação.

O que me surpreendeu, e muito, foi o pedido que Arthur me fez de enviar esse desenho ao lado de Ultramam pintado por Arthur Roque. Resolvi então publicar aqui, junto a cópia da peça do Pula Macaco também pintada por ele.

Vale lembrar que muitos de minha geração assistiram esse extraterrestre(Ultramam): super herói que vinha do espaço distante para auxiliar nosso planeta contra invasão de monstros, que iniciava a piscar e ficar vermelho no peito a lâmpada, quando estava em perigo(nesse desenho em azul) estando com força total.

Arthur e eu vimos alguns episódios do seriado Ultramam pela internet e ele se deslumbrou pelo gigante defensor da Terra contra inimigos que vinham aterrorizar nosso planeta, mesmo Ultramam não sendo terráqueo.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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