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Devemos economizar sempre! Seja ou não de nosso bolso, nossa conta corrente, ou recursos naturais. Muitas vezes por ser pago pelo Estado, ou por outra pessoa, não damos importância a muitos desperdícios.

Temos que ter em mente que a água esbanjada, mesmo que não pagamos, pode interferir para outras famílias, como ocorreu recentemente em São Paulo. A energia elétrica é outra forma que precisamos economizar sempre, poucos se dão conta que são gerados de diferentes formas para cumprir o que a população utiliza, e, em muitos momentos o Estado necessita adquirir de outras formas, inclusive com a produção gerando mais poluentes.

Utilizar a impressão do verso de folha já utilizada, imprimir o que realmente é necessário não é apenas ecológico, mas economia para muitos, só em pensar em centenas de árvores que deixam de ser derrubadas e o processamento da celulose.

Devemos entender política contrária a qualquer tipo de desperdício, seja no setor público ou privado, seja em nossa casa, seja na universidade, seja onde for. Em nossa casa podemos utilizar de muitos recursos para aproveitar inúmeros produtos de maior forma e melhor.

Podemos, por exemplo, utilizar a água que cozinhamos o brócolis ou a couve-flor para utilizar no cozimento da carne, além de dar um gosto especial, economizamos e aproveitamos de forma melhor e mais nutritiva.

Por outro lado, não podemos nos tornar miseráveis, economizar é a forma me melhor utilizar o que nos rodeia (temos); miserável é o que deixa de gastar algo necessário por inúmeras outras formas, deixando de ter prazer na vida.

Econômico pode viajar uma vez por ano, e em locais diferentes, mas com projeção de custos, planejamento e não desperdiçando recursos; o miserável, mesmo tendo valores maiores ao do custo dessas viagens, não a faz por achar que “deve economizar aquele dinheiro para um dia...”. Normalmente o miserável se dá conta no final da vida, onde juntos fortunas, mas percebe que não ‘curtiu’ ela de forma a valer tudo que fez, trabalhou, teve.

Miserável é aquele que deixa de comprar algumas necessidades básicas, acaba utilizando com várias outras de menor importância, achando que seria luxo ter as primeiras.

O econômico pode ser percebido em pequenos detalhes, por ser uma cultura, seja no desligar as luzes da sala de aula que não tem ninguém, mesmo sabendo que isso não vai interferir em um desconto em sua mensalidade.

O econômico fecha a torneira de bebedouro público, sabendo que está tendo uma atitude à humanidade, não a seu bolso. Da mesma forma que junta um papel do chão, pois é questão de ser com boa educação. Mesmo sem ninguém estar olhando para ele.

Há muitos detalhes sobre miseráveis, mas não cabem compartilhar aqui. Tenho muita pena, e esse sentimento é o mais triste de meu vocabulário, acho que as pessoas devem compartilhar tudo que puderem, mais ainda, realizar um exercício constante de economia solidária.

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Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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