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Desde meados de 2012 tenho dedicado algum tempo, mais recentemente semanal, para escrever trinta e poucas linhas questionando, opinando, informando os leitores não apenas desse site, mas que também de outras formas são levados a ler.

Escrevi sobre diversos assuntos, alguns um tanto polêmicos, outros bem polêmicos. O que mais pretendo com minha singela colaboração é proporcionar a melhora em várias áreas a todos que, da forma que for, vir a tirar um tempo de sua congestionada vida, em um cotidiano que cada vez menos conseguimos tempo para qualquer coisa, mesmo aquelas que achamos essenciais de termos nossa participação, atenção.

Há alguns meses dei prioridade a essas linhas e as tornei semanal, muitos assuntos ainda estão inéditos, há uma série de artigos semi-acabados, outros prontos à publicação.

O que quero enfatizar nessa semana, que pode parecer brincadeira, mas levo muito a sério: tem pessoas que nos acompanham há muito tempo, seja nos jornais, na fotografia, com meus livros ou outros meios e pouco trocamos ideias. Quero aqui abrir espaço para os leitores sugerirem algo, fazerem suas críticas construtivas, sugerir algum assunto, ou simplesmente dizer “te li”, num e-mail, ou por sms no (54)99606565-Vivo ou (54)99786224-Tim.

Acredito que a interação é sempre necessária em qualquer fórum de debate, entidade, ou mesmo grupo familiar. Entendo que temos pouquíssimo tempo para visitar um amigo, ligar para o colega de aula, o ex-colega da empresa que trabalhamos na década passada, ou do primeiro cursinho de internet, ou de fotografia que fizemos há alguns meses.

Não importa se temos 14, 41 ou 82 longos invernos de vida, sempre é momento de rever quem está perto ou está longe. Hoje com a internet podemos conversar vendo os olhos se manifestarem, as fisionomias faciais se moldarem com nossas expressões mesmo que estejamos cercados pelos dois lados de oceanos.

Com isso, digo que a cada pessoa que você conhece, em muitos momentos há ligações eternas, outras vezes, acabamos simplificando há poucas vezes.

Espero que eu não esteja nessa última classificação e possas tirar dois minutos para dar um “te li!”.

Eu não consigo parar e anotar o número de pessoas que me conhecem, mas lembre que números servem para estatísticas, precisamos ter mais coração, sentir realmente na alma quando ouvimos um “te conheço!”, “já te vi em vários locais!”. As pessoas não necessitam perceber que muitas pessoas nunca a cumprimentaram por não ter tido a liberdade para tal. Algumas pessoas acabam mistificando certas pessoas por sua autoridade, ou mesmo popularidade. Cumprimentar as pessoas que passam por ti na rua é algo muito gratificante, enche nosso ego. Poder trocar duas palavras com quem senta ao teu lado no urbano, ou na fila de espera do SUS muitas vezes é ótimo.

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Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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