Muitas vezes vemos a alegação: “Não é meu mesmo!”, ou “Estou pagando!”, ou ainda “Que diferença faz?” Mas todo e qualquer desperdício precisa, e se for evitado teremos um mundo mais sustentável.

Seja aquela lâmpada ligada sem necessidade, aqueles cinco minutos a mais no chuveiro, aquela água que desperdiçamos ao lavar a louça, ou ao escovar os dentes; pior, como alguns fazem: lavar o carro ou a calçada sem ter uma cisterna.

Assisti há alguns dias, agricultor gaúcho, em programa nacional, ser reconhecido por implantar projeto piloto com caixa d´água de 20 mil litros que armazena água da chuva para plantação.

Mas o desperdício é generalizado: na alimentação, temos colocado fora tantos ‘elementos alimentares’ que poderíamos ingerir, mas acaba indo pelo ralo, ou direto no balde do lixo.

Aí outro grande problema, como classificamos o que realmente é lixo? Muitas coisas entendemos como lixo e descartamos e no mesmo saco. Muitas coisas ditas ‘lixos’, podemos aproveitar em nossas casas mesmo, sem se quer ser ‘entulhadas’ e jogadas em ‘um monte’ sem nenhum proveito após um caminhão levar e sequer haver separação para utilizar tantas coisas que não precisariam estar amontoadas todas juntas sem nenhuma utilidade.

O próprio vestuário em muitos locais são reaproveitados, sejam em brechós, seja para novas confecções.

Para encerrar tem a questão do papel, muitas árvores deixarão de ser derrubadas se impressões, se mesmo necessárias, forem realizadas em papel já utilizados em um dos lados, ou mesmo utilizar a impressão frente e verso, principalmente os relatórios que necessitam ser impressos.

Faça cópias virtuais em locais diferentes de boletos e outros pagamentos, evitando assim a necessidade de imprimir em papel. Teria muito ainda a escrever, pois é um assunto que não se esgota, mas fica o ‘toque’ para avaliar muitas coisas diárias e o ‘ecológico’ é no cotidiano, não apenas no discurso que se faz.

 

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Ecológico, mas historiador

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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