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Hoje, 23ABR, dia do livro, momentos de crise econômica e muitas manifestações Rio Grande afora para defender os avanços na Saúde Mental, em especial no SUS.

Possibilidades de retrocessos marcam nosso Estado pioneiro na Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, agora mostra traços por pessoas que não tem a mínima consideração pelos atuais tratamentos, defendidos nas universidades pela teoria de Pichon-Rivière e Henri Wallon, através da técnica de grupos-operativos, que já no século passado mostravam avanços através da psicologia social.

Não se sensibilizam nem mesmo por tantos Seres Humanos resgatados das péssimas condições que há em muitas clínicas PARTICULARES psiquiátricas.

Volto a citar que o maior número de pessoas por traz desses retrocessos são proprietários dessas clínicas e políticos financiados por eles. Estes que transmitem pelas formas que podem inverdades em tantos dados e formas que os avanços da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial trouxem não só aos ‘doentes mentais’, mas a toda sociedade, inclusive como mão de obra ativa em muitos dos casos de ex-internos.

Internos esses há mais de meses, anos e em casos até décadas interruptas, de formas desumanas, não posso deixar de citar as questões psicossocial no SUS que possibilitaram através de multisserviços: Arte, Assistência Social, Educação Física, Música, Psicologia, Terapia Ocupacional, entre tantas outras formas de procurar melhorar o comportamento a saída real e viável à Saúde Mental.

Estudar o assunto, com muita leitura nessa data alusiva ao livro, até estava formulando uma mensagem bem interessante “No dia do livro, momentos de crise e dessas manifestações sobre Saúde Mental devemos nos debruçar e pesquisar, ler muito, e em segundo lugar a alimentação, o restante se dá um jeito”.

Passeatas, reuniões com centenas de pessoas em vários municípios, procura confrontar as inverdades transmitidas pelos grandes meios de comunicações sobre o que esses oportunistas de plantão mascaram do como realmente está sendo e tratada a Saúde Mental no Rio Grande do Sul.

Não podemos nos calar, ou omitir opinião, precisamos entender a situação e nos posicionar, a sociedade deve ser ouvida, interesses de um ‘grupinho’ não pode prevalecer aos resultados alcançados com muito esforço e luta nas últimas décadas.

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Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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