Não precisamos ser “queridos de todos”, mas necessitamos ser autênticos.

Perder amizade pode ser a consequência em tentar ajudar.

Com base em nossas experiências podemos “servir de exemplo”, de lição, outros afirmam “servir de modelo” (acho um exagero).

Mas mostrar o caminho que podemos ter melhor trilhado, mesmo com fortes críticas e conselhos que possam parecer desrespeitosamente desestruturante acabam auxiliando os que nos ouvem.

Velhas e longas amizades valem muito, nem por isso devemos aceitar certas irregularidades morais, sociais ou de comportamento, sem dar nossa opinião.

 

Temos o direito sim, enquanto amigo, conhecido, parente, de mostrar o que julgamos melhor no segmento que discordamos.

Tem assuntos que ficam delicados de serem expostos, e talvez metade, ou mais, nem consiga compreender a importância e as transformações que podemos modificar em tantos ao nosso redor.

Ao mesmo tempo quantos se afastam por nossas opções políticas, religiosas e tantas outras questões sociais. Muitas vezes nós devemos pensar se não chegou a hora de mudarmos atitudes, forma de Ser, ou encararmos a vida.

Temos que compreender aquelas sábias e antigas palavras que “o verdadeiro amigo não é enxuga lágrima, mas muitas vezes fazem-na cair por mudanças”.

Ser um “amigo leal”, aquele que te fala a verdade, mesmo que doa muito em ouvir, não apenas o que tu quer ouvir, ou simplesmente para te agradar.

Tive muitos amigos que me falaram a verdade, confesso que alguns até hoje não aceito tão bem pela forma que atuam em relação ao meu comportamento. Tenho muitos outros que os considero leais e confidentes, a ponto de procura-los em alguns momentos difíceis, quase um psicólogo.

Devemos ter prudência nas mudanças, mas escutar as sugestões sempre que possível, a evolução é marcada pela mudança de atitude para algo melhor a ser feito.

Comparo a universidade, onde se pesquisa em todas as áreas para avançarmos em conhecimentos, parece mentira que temos tantas áreas que na atualidade está muito retrógrada comparadas a outros povos em muitas áreas do saber. Como historiador cito o Egito antigo e como sociólogo Grécia 500 anos antes de Cristo.  

 

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

Visitar site do autor

Lista de Artigos de Roque JR