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Mal entendidos, entendimentos equivocados sobre certos assuntos podem ter resultados irreversíveis. Por isso que as conversas constantes para não deixar certas coisas acumularem e más impressões, ou ideias fantasiosas possam se sobrepor às realidades.

Independente da área que possa direcionar sempre será bem vindo o diálogo, e será exterminado qualquer possibilidade de problemas mais graves ou acúmulo de questões simples, mas que no conjunto pode resultar em desavenças, e problemas muito sérios.

Toda conversa é benéfica, pois amadurece o conhecimento de muitos assuntos e muitos detalhes podem ser melhor entendidos se for compartilhados constantemente em longas conversas, mesmo em local de trabalho, e principalmente, na área familiar.

Um bom diálogo pode evitar muitos problemas.

Em uma sociedade e em momento que cada vez menos a conversa real, sem outras intenções embutidas, muitas vezes se resumindo a bate-papos virtuais, onde o calor humano se distancia cada vez mais do roteiro diário, constatamos algumas doenças deste milênio, que mal inicia e já propicia dificuldades de convivência familiar, grupal e em sociedade.

Se por um lado podemos conversar com pessoas do outro lado do globo terrestre, e em tempo real gratuitamente, por outro aquele afeto que nossos avós nos transmitiam ficam cada vez mais distantes.

As formulações das universidades também dificultam a amizade, há colegas de curso que se viram meia dúzia de vezes desde o vestibular até a colação de grau, mesmo estando nos bancos acadêmicos nos mesmos anos.

A vida está tão corrida que muitos familiares e parentes em geral se veem a cada cinco anos, se não for mais que isso. Chegam ficar com fisionomias tão diferenciadas que nem são reconhecidos.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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