Mais uma vez venho utilizar este espaço semanal para agradecer tantas pessoas que vêm forjando minha personalidade. Seria impossível citar, mesmo que só o nome, de centenas e centenas neste artigo que, de suas formas me auxiliaram, outras auxiliam seguidamente.

Posso citar aqui muitas de minha terra natal, Farroupilha; do município de meus avós maternos (falecidos), atualmente de meus tios, Monte Belo do Sul; onde casei, Carlos Barbosa, que tenho tantas amizades; de Caxias do Sul e Bento Gonçalves que tenho tantos vínculos.

A cultura de tantos locais que visitei, viajando Brasil afora, ou mesmo de tantos cubanos, haitianos, italianos (descendentes), uruguaios e venezuelanos que aprendi muitos detalhes de outras culturas.

Nosso caráter e mesmo nosso cotidiano deve ser constantemente melhorado, entendido em tantas formas de procurar ampliar relações, troca de experiências e deixar sempre o legado para nossos descendentes e pessoas que estiverem em nosso círculo de relação.

A maior fortuna está “no que somos, não no que temos”, desculpe não lembrar a autoria, mas o “dito” é repetido por tantos, e de tantas formas diferentes que, até mesmo o seu autor deve ter perdido a noção de sua abrangência e até da importância, utilização.

Em muitos momentos necessitamos do semelhante, outras podemos auxiliá-lo, em qualquer dos casos a relação entre pessoas torna-se necessária. Seria humanamente impossível vivermos isolados por muito tempo.

Existem algumas culturas que o Ser se isola da humanidade. Acredito que há grande necessidade desse humano ser um tanto superior, ou está com o tempo contado, seja no isolamento ou para retornar à civilização.

Houveram alguns casos registrados pela ciência como o “menino lobo” ou “o humano adotado por gorilas” que não possuíam mais (ou perderam) traços da civilização.

Em alguns momentos de nossas vidas paramos, pensamos, percebemos que muitas coisas poderiam ser melhores a muitos outros.

Precisamos agradecer ao próximo, a tantas iniciativas, por vezes apenas em palavras que nos renova, que nos faz superar traumas, dificuldades, situações que, aparentemente pareciam não ter mais soluções.

Podemos realizar pequenas atividades semanais (ou mensais) que nos tornam melhores e seres que se tornem referências à sociedade. A própria psicologia da amizade, estendendo o ombro (e os ouvidos) em momentos de dificuldade.

Volto a dizer aquele simples elogio, ou outra palavra que faz elevar o ânimo e pode, sem a menor dúvida, deixar uma pessoa mais ativa e alegre deve nos acompanhar diariamente.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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