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Se escuta muitas coisas negativas da saúde pública, do SUS-Sistema Único Descentralizado de Saúde, mas cada vez mais pessoas com planos privados de saúde optam pelo SUS.

Sentir na pele certas dificuldades na saúde privada me faz dividir com meus leitores absurdos da mercantilização da saúde por grupos empresariais.

Antes, não poderia deixar de elogiar muitos segmentos que apenas o SUS realiza, incrível como, normalmente são áreas que os planos particulares não cobrem ou a diferença de taxas são tão elevadas que, para muitos, se torna um sonho.

Quanto ao SUS, segmentos como a psicologia, nutrição e operações de valores elevados, apenas para dar alguns exemplos de realizações diferenciados do SUS.

Acompanhar de perto caso com vários desleixos, sem contar inúmeras reclamações de planos privados de saúde, em especial na Unimed, que parece não estar mais tendo suporte ao grandioso número de contribuintes mensais.

Confesso que conheço a Unimed Nordeste há muitos anos e, atualmente decaiu muito com relação há dez, quinze anos. Os recursos humanos parecem despreparados para muitos atendimentos, a burocracia dos atendimentos deixa transparecer que mais uma mercadoria chega, muda de setor e sequer são atualizadas as informações no sistema. As explicações se contradizem e, por se tratar de vidas, ou, pior, mortes, fica muito melindroso se achar que podemos deixar a saúde como mercadoria na mão da iniciativa privada.

Precisamos sim fortalecer cada vez mais o SUS das mais amplas formas que pudermos, e reenterro que, em muitos momentos, falam mal, mas não se dirigem a setores privados de saúde.

Seriam tantos detalhes e falhas imperdoáveis que precisariam diversas páginas para conseguir citar a metade delas, foi até encaminhado a ouvidoria, que, afirmou tomar providências, mas cá pra nós, problemas que podem comprometer soluções de saúde ou até vidas devem ser melhor cuidado.

Foto: Divulgação/internet

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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