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Há mais de duas décadas, nós, jovens rebeldes com causa, defendíamos a cobrança no cuidado com a camada de ozônio, preservação do meio ambiente, contra a poluição em todos os aspectos, mas éramos tachados de utópicos, que nem deveríamos nos meter nestes assuntos.

Hoje, vemos com certa tristeza, que além de não terem nos ouvido na época, pregam certas atitudes que pouco, ou quase nada interferem para a melhoria do meio ambiente, e por sua vez uma (re)estabilização de nosso clima e de catástrofes ambientais.

O derramamento de óleo nos mares, tufões, maremotos e tantos outros desconfortos foram quase que profetizados por grupos ligados a UNE – União Nacional dos Estudantes – entre outras entidades juvenis das décadas de 1980 e 1990, mas de nada adiantou, o que vemos é o que prevíamos, poucos – quase ninguém – tomou atitude de mudança.

Novamente ao retornar aos nossos dias, percebemos um clima cada vez mais quente durante o dia e mais frio durante a noite, estiagens constantes e prolongadas. Vemos em muitos locais lixo orgânico e seco ainda recolhidos juntos, e impossibilitando de separá-los, muitas pessoas lavando carros e calçadas com água tratada em plena escassez, racionada. Grandes empresas seriam obrigadas a tratarem seus esgotos industriais, mas pouco é essa prática.

Por incrível que pareça ainda estamos contribuindo para piorar esta situação, e o pior ainda, são atitudes, na maioria das vezes simples e que não nos prejudicam, só ter a atitude nobre de pensar no social, no conjunto da sociedade, em nossos filhos e netos que terão um mundo quase inabitável. Seja um agente de mudanças, repasse algumas dicas aos que tu conheces, vamos cada um fazer sua parte.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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