Roque JR

66 - Meu jeito X jeito certo

Por mais que defendemos o nosso jeito de ser, nem sempre este jeito é o mais correto, bem que podemos começar por este ângulo relativo, o que pode ser certo para mim é totalmente incorreto a ti.

Vamos utilizar este assunto em algo mais amplo ainda, o casamento, outro aspecto polêmico; hoje casamento está “fora da moda”, mesmo assim vamos levar em conta aos que ainda se casam. No início de relação conjugal muitos detalhes vêm de cada família que então se uniram e procura (ou não) abrir mão de alguns jeitos, outros comportamentos são adotados e há “uma metamorfose” de formas de ver a vida e atuar em casal, e junto a isso as transformações dos filhos.

Muitos detalhes herdados de família, ou na vivência pessoal deixam de ter certa importância, em outros momentos sem a menor influência do cotidiano. A bagagem cultural pode ter uma “verdadeira mudança de atitudes”, chegando a parecer outra pessoa.

Talvez a forma de se pedir (ou exigir) certas alterações no comportamento em casal também deve ser vista, ser analisada.

Como seguido falo (escrevo e defendo) extinguirmos o “jeitinho brasileiro”, onde, mesmo em família não deve ser introduzido, nem mesmo praticado para não dar prosseguimento ao estilo errado.

As características desde a infância devem ser de forma reta, num sentido que se amplie em todas as áreas, mas com orgulho, honestidade e sobre tudo muito prazer.

Ética, questões mais grupais ou mesmo a moral, aquilo que fazemos mesmo quando ninguém, nenhuma câmera esteja filmando, deve sempre nos acompanhar.

Quanto ao “meu jeito” devo amplamente seguir “meus princípios”, não “me trair” por nada, e para isso precisamos aprender que não é só os políticos que são corruptos, que fazem coisas erradas, precisamos nos policiar para exercermos o “jeito certo”, reto, correto, sem trapaças, sem mentiras, em outras palavras “sem pequenas corrupções”.

 

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25 - Querer o certo sempre!

24 - Pequenas corrupções próximas a nós

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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