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Roque JR

73-Escrevendo com som instrumental ao vivo

Nesta quinta-feira me imponho tarefa dificílima: ao escutar o histórico primeiro concerto da Orquestra da UCS em Farroupilha, cá estou em meu smartphone transferindo minhas informações para publicar em minha coluna semanal sobre a inesquecível apresentação musical e seu contexto, em tempo real.

Neste momento em que Marta e eu realizamos de várias formas comemorações sobre nossos cinco anos de união. Detalhe relevante: há pelo menos três anos planejávamos, sem sucesso, prestigiar a Orquestra de nossa Universidade.

Em muitos momentos escrevi ao som de música instrumental, hoje me supero, desta feita ao vivo. Detalhes à parte como a coleta de informações nos intervalos entre as músicas. Bem como na introdução deste importantíssimo evento a Historia, a história da UCS e do CFar.

Já é de se prever muitas outras apresentações da Orquestra no CFar, não somente por agora ser Campus Universitário, mas por data importante se avizinhar, em 2018 fará seus 25 anos de existência a UCS em Farroupilha.

Lembro como se fosse ontem, quando busquei a relação de aprovados em jornalismo em 1996, onde constatava meu nome. Veja só, ainda Núcleo Universitário, e localizado na Rua 13 de Maio, no centro de Farroupilha.

As explicações do maestro Manfredo Schmiedt entre uma música e outra foram enriquecedoras, com toques de humor.

Confesso que não pude deixar de responder, enquanto que as cordas e os instrumentos de sopro me empolgavam, algumas mensagens relacionadas com o evento pelo Facebook, são dinamismos que nos é imposto pela modernidade.

Heitor Villa-Lobos em seu último trabalho, composto por cinco atos: Suíte n°2 para orquestra de Câmara, com cinco momentos, boa música. Destaco o segundo momento: Scherzo (Vivace), onde nas palavras do maestro Manfredo, tem um toque infantil, alegre, descontraído.

O quinto momento, intitulado Macumba (Poco Moderato) também foi de destaque aos meus ouvidos. Confesso não ter muito conhecimento com músicas instrumentais, porém me agradam e me inspiram muito em minha literatura.

Heitor Villa-Lobos, um grande produtor internacional, na concepção do maestro Manfredo.

Não poderia deixar de citar Abertura Festiva, de Christoph Küstner, obra alusiva aos 50 anos da UCS, que transmiti ao vivo pelo Facebook a meus conhecidos da referida rede social.

Manfredo apresentou a obra em pequenos fragmentos, com explicações, após coordenar a orquestra com este trabalho na íntegra, finalizando a apresentação.

Sobre o autor Roque JR

Roque JR é graduando em Sociologia e História na UCS, ambos os cursos mais de 50% das disciplinas cursadas. Fotógrafo há quase três décadas. Lançou sua primeira obra literária em 1999. Editor e historiador, já publicou 18 obras literárias. Foi fundador do CASFF, da UFES, do LEO Clube Farroupilha Imigrante, militante em várias áreas em especial no meio estudantil entre 1987-2014. Atualmente dedica-se a Literatura; à Luta antimanicomial, Saúde Mental e Saúde Pública.

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