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A Casa de Cultura promove na primeira quinta-feira de cada mês o projeto Quinta Gaúcha. No dia 7 de junho a atração será Canta Sudamérica, um recital de Luis Alberto dos Santos Gonzalez e Miguel Vega com bandoneon, violão e instrumentos andinos. Acompanhando o musical, o pintor Anilto dos Santos Caureo fará uma ilustração em tela com carvão durante o recital.

O recital inicia às 19h30, no auditório da Casa de Cultura, com entrada gratuita e aberto a toda a comunidade. A exposição com trabalhos de Caureo permanece até o dia 2 de julho.

LUIS ALBERTO DOS SANTOS GONZALEZ

Músico, poeta, compositor e arranjador Instrumentista de harpa, violão, Guitarron e Bandoneon e outros. Começou seus estudos musicais na década dos anos 60, junto com seu irmão folclorista Arturo dos Santos Gonzalez.  Aos 13 anos de idade atuou pela primeira vez, começando então sua carreira artística.

Em 1991 chega ao Brasil para uma série de shows de tangos e folclores e outros ritmos latinos. Conheceu artistas locais empreendeu nova história musical acompanhando artistas como Xiruzinho, Oscar dos Reis, Leonardo Charrua, Pedro Ortaça e outros.  Em Já gravou dois discos, sendo o último, em 2010, intitulado “Vamos juntos”.

MIGUEL VEGA

Argentino de Santiago Del Estero, começou sua carreira artística nos anos 70 integrando o Grupo Los Changos del Norte. Em 1978 começou atuar com o Conjunto Folclórico Los Cantadores de Salavina, permanecendo por vários anos neste grupo o qual foi reconhecido com disco de ouro participando também do Festival de Consquín, o maior evento folclórico do país.

Chegou ao Brasil em 1991 com o Grupo Los Atipak (Los vencedores) atuando em festivais do Rio Grande do Sul e outros estados, atuando junto a músicos gaúchos e latinos, como Os Fagundes, Dante Ramon Ledesma e outros.

ANILTO DOS SANTOS CAUREO

Nascido em Palmeira das Missões, hoje com 51 anos, desenha e faz quadros com pintura a óleo, lápis e carvão.

Fez artes finais para várias empresas como Ortopé, Comil Transportes e trabalhos como agendas escolares, caricaturas, vários trabalhos de serigrafia e muitos quadros que estão espalhados por todo o Brasil e exterior. 

Hoje continua a ilustrar suas obras em tela com carvão, segundo estudos o meio mais primitivo da pintura.

Participou de algumas exposições, as mais importantes foram Coisas do meu pago e Chama que não se apaga, exposições feitas em 2015 no Rio Grande do sul.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social da Prefeitura de Farroupilha